LA FORMACIÓN DE PROFESORES DE LETRAS Y SUS INTERFACES CON LA CULTURA DIGITAL
Palabras clave:
Formación docente, Letras, CiberculturaResumen
Este artículo aborda la formación de profesores de Literatura, problematizando cómo sus principales regulaciones interactúan con las demandas de la cultura digital y con la práctica docente en la cibercultura. La investigación se basa en el análisis de documentos normativos y reflexiones teórico-críticas. Argumenta que la alfabetización digital y una perspectiva intercultural son elementos indispensables para la formación de este profesional en la época contemporánea. Los resultados indican que la legislación brasileña actual enfatiza el estudio de la(s) lengua(s) y la(s) literatura(s) desde una perspectiva pragmática, articulada con la necesidad de explorar críticamente el contexto digital en las prácticas formativas. Se observa que la alfabetización digital amplía las formas de leer, escribir, aprender y enseñar en entornos mediados por la tecnología, mientras que el enfoque intercultural favorece la comprensión y la apreciación del pluralismo cultural, integrando dinámicas que relacionan lo local y lo global.
Citas
ANDRÉ, M.; GATTI, B. A. Métodos qualitativos de pesquisa em educação no Brasil: origens e evolução. PROGRAMA DE FORMAÇÃO EM PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO. Módulo VII. Pesquisa Qualitativa, parte II, v. 26, 2014.
BRASIL. Ministério da Educação. Base nacional comum curricular. Brasília, DF, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_si te.pdf. Acesso em: 24 maio. 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_02.pdf. Acesso: 21 maio 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CES 18, de 13 de março de 2002. Define as Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES182002.pdf. Acesso em: 24 maio 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Projeto de Resolução 2024. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados não licenciados e cursos de segunda licenciatura). Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/marco-2024/256291-pcp004-24/file. Acesso em: 30 maio 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CNE/CES 492/2001a. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES0492.pdf. Acesso: 22 maio 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CNE/CES 9/2001b. Disponível: http://portal.mec.gov.br/index.php? option=com_content&view=article&id=129 91&Itemid=866. Acesso em: 23 maio 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CNE/CES Nº 4/2024. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/marco-2024/256291-pcp004-24/file. Acesso: 30 maio 2024.
CERVO, A. L; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. da. Metodologia Científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2017.
COSTA, C. C. da; GONÇALVES, H. M. Formação pedagógica: o que revelam os cursos de Letras. Revista Educação e Cultura Contemporânea, v. 15, n. 41, p. 84-102, 2018. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?pid=S2238- 12792018000400084&script=sci_arttext Acesso em: 24 maio 2024.
FLEURI, R. M. Desafios à educação intercultural no Brasil. Percursos, Florianópolis, v. 2, n. 0, p. 01-14, set. 2001. Disponível em: https://www.periodicos.udesc.br/index.php/percursos/article/view/1490. Acesso em: 20 maio 2024.
GANDIN, H. B. Recursos educacionais abertos para a qualificação leitora em língua inglesa: vivências digitais e interculturais para o ensino médio. 2022. 132 f. Dissertação (Mestrado) – Mestrado em Educação, Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, Frederico Westphalen, 2022.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
GOMES, F. W. B. Letramento digital e formação de professores nos cursos de Letras de universidades federais brasileiras. Teresina: Edufpi, 2019. Disponível em: https://www.researchgate.net/profile/Francisco-Gomes-5/publication/330354341_Letramento_Digital_e_Formacao_de_Professores_nos_Cursos_de_Letras_de_Universidades_Federais_Brasileiras/links/5c3b92fc299bf12be3c52774/Letramento-Digital-e-Formacao-de-Professores-nos-Cursos-de-Letras-de-Universidades-Federais-Brasileiras.pdf. Acesso em: 15 abr. 2024.
KENSKI, V. M. Cultura digital. Dicionário crítico de educação e tecnologias e de educação a distância. Campinas: Papirus, 2018. Disponível em: https://encurtador.com.br/S5Cb3. Acesso em: 14 mar. 2024.
PORTO, A. P. T.; PORTO, L. T. CURSOS DE LETRAS: o (quase não) lugar da formação tecnológica do professor. Revista Observatório, v. 4, n. 3, p. 1043– 1075, 2018. Disponível em:
https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/observatorio/article/view/4661. Acesso em: 23 maio. 2024.
ROJO, R. A teoria dos gêneros discursivos do círculo de Bakhtin e os multiletramentos.
IN: VII SIGET - Simpósio Internacional de Gêneros Textuais. Fortaleza, 2013. Disponível
em: https://poslp135.wordpress.com/wp-content/uploads/2014/10/rojo_gc3aanero-bakhtinmultiletramentos.pdf. Acesso em: 08 out. 2024.
RÖSING, T. Literatura e Identidade na era da mobilidade. Passo Fundo: UPF, 2016.
SANTAELLA, L. Formas de socialização na cultura digital. In: SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003.
SILVA, I. C. S.; FUZA, A. F. TECNOLOGIAS DIGITAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM LETRAS. Trem de Letras, v. 4, n. 1, p. 137–161, 2018. Disponível em: https://publicacoes.unifal-mg.edu.br/revistas/index.php/tremdeletras/ article/view/679. Acesso em: 25 maio. 2024.
SOARES, M. B.; BATISTA, A. A. G. Alfabetização e letramento: caderno do professor. (Coleção Alfabetização e Letramento). Belo Horizonte: Ceale/FaE/UFMG, 2005. Disponível em: https://orientaeducacao.wordpress.com/wp-content/uploads/2017/02/col-alf-let-01-alfabetizacao_letramento.pdf. Aceso em: 20 maio. 2024.
SOUZA, R. A. de. Os cursos de Letras no Brasil: passado, presente e perspectivas. Opiniães, São Paulo, Brasil, v. 3, n. 4-5, p. 13–26, 2014. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/opiniaes/article/view/114864. Acesso em: 31 maio. 2024.
THEISEN, M. P. F. Práticas leitoras para a escola do século XXI: multiletramentos, literatura e tecnologias digitais em conexão. 2023. 159 f. Dissertação (Mestrado em Educação), Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, Frederico Westphalen, 2023. Disponível em:
https://ppgedu.fw.uri.br/pt-br/mestrado/dissertacoes. Acesso em: 08 out. 2024.
VELOSO, M. M. S. D. A.; BONILLA, M. H. S. O professor e a autoria em tempos de cibercultura: a rede da criação dos atos de currículo. Revista Brasileira de Educação, v. 23, p. e230026, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbedu/a/Z56Lw7VVRmJCfSFByNLsWDy/abstract/?lang=pt#top. Acesso em: 21 fev. 2024.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Ao submeter um artigo para publicação na Revista Educação e Cultura Contemporânea, o (s) autor(es) concordam com os seguintes termos:
I. O(s) autor(es) e o(s) eventual(is) coautor(es) conhecem e declaram concordar com as políticas editoriais da revista para a publicação de artigos e com os termos e diretrizes a seguir;
II. Os autores garantem que o trabalho não foi publicado anteriormente em meio eletrônico ou impresso, tampouco encaminhado para publicação em língua portuguesa em outros periódicos. Também asseguram que todos os autores participaram na elaboração intelectual de seu conteúdo;
III. Os artigos publicados representam, exclusivamente, a expressão do ponto de vista de seus autores e não a posição da Revista Educação e Cultura Contemporânea ou do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estácio de Sá;
IV. É responsabilidade do(s) autor(es) assegurar que o manuscrito não contenha elementos que revelem sua identidade, garantindo a revisão cega durante o processo de avaliação por pares. Para isso, devem ser adotadas as seguintes medidas: remover nomes de autores, afiliações institucionais e quaisquer informações pessoais do corpo do texto e das notas de rodapé; substituir referências à própria produção por termos neutros, como “Autor(a)” ou “Autor(a), ano”, evitando citações que permitam a identificação; nomear o arquivo de submissão de forma neutra, sem mencionar o nome do(s) autor(es); e excluir metadados do documento que possam identificar a autoria (ex.: propriedades do arquivo em editores de texto).
V. O responsável pela submissão deve certificar-se do preenchimento completo e correto das informações de todos os colaboradores, conforme solicitado no sistema de submissão, incluindo: nome completo, filiação institucional atualizada, e-mail, link para o currículo Lattes (para participantes brasileiros), ORCID e minicurrículo;
VI. O(s) autor(es) comprometem-se a submeter o manuscrito utilizando exclusivamente o template oficial disponibilizado pela Revista Educação e Cultura Contemporânea (REEDUC), assegurando o cumprimento integral das normas de formatação exigidas. Isso inclui a padronização de margens, fonte, espaçamento, estilo de citações e referências bibliográficas, conforme descrito nas Diretrizes para Autores. Submissões fora do padrão estabelecido poderão ser rejeitadas ou devolvidas para ajustes antes do encaminhamento à avaliação por pares.
VII. Caso tenha sido utilizado algum recurso de inteligência artificial (IA) durante a elaboração do manuscrito, o(s) autor(es) deve(m) declarar esse uso, seguindo as orientações do template e da seção "Declaração de Direito Autoral", disponíveis nesta página.