Conciencia visográfica en el proceso de aprendizaje de la escritura en portugués para/por parte de estudiantes sordos
Palabras clave:
Alfabetización para sordos. Conciencia visográfica. Ruta fonológica. Ruta léxica.Resumen
Este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre la apropiación del uso del término “conciencia fonológica” en el proceso de aprendizaje (alfabetización) del portugués escrito por parte de estudiantes sordos, oyentes y no oyentes. Metodológicamente se utilizó la Revisión Sistemática de la Literatura. Los estudios analizados tienden a señalar la conciencia fonológica como importante para la enseñanza y el aprendizaje del portugués escrito por parte de estudiantes sordos, sin embargo, en este trabajo se indica la ruta léxica para este proceso. Se argumenta, fundamentado en Morais (1986) y Soares (2018), que el aprendizaje del portugués por parte de estudiantes sordos sigue la ruta léxica, en la que la imagen escrita de la palabra se moviliza en el léxico mental. Considerando que las personas sordas no realizan naturalmente la relación grafema-fonema, llamada conciencia fonológica, se propone el término 'conciencia visographémica' como la nomenclatura más adecuada, ya que articula visión y ortografía en el proceso de escritura portuguesa, a través de la ruta léxica.
Citas
ALMEIDA, D. L. et al. O ensino do português como segunda língua para surdos: estratégias didáticas. Revista Reflexão e Ação, Santa Cruz do Sul, v. 23, n. 3, p. 30-57, set./dez. 2015.
ANTONIO, L. C. O.; PRADO, R. Educação Bilíngue, Letramento Visual e a importância da formação docente para o ensino de alunos surdos. ReVEL, v. 21, n. 20, p. 1-21, 2023.
ARAGÃO, S. S. A.; MORAIS, A. G. Como crianças alfabetizadas com o método fônico resolvem tarefas que avaliam a consciência fonêmica. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 36, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/0102-4698224522
AVELAR, T. F.; FREITAS, K. P. S. A importância do português como segunda língua na formação do aluno surdo. Revista Sinalizar, v. 1, n. 1, p. 12-24, jan./jun. 2016.
BATISTA, A. S. et al. Consciência fonológica: avaliação e intervenção dos distúrbios de escrita em crianças surdas. Revista Brasileira de Educação Especial, v. 7, n. 2, 2001.
BRASIL. [Decreto n.º 5.626, de 22 de dezembro de 2005]. Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e o art. 18 da Lei nº 10.098/2000. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 2005.
BRASIL. [Lei n.º 14.191, de 3 de agosto de 2021]. Altera a LDB para dispor sobre a modalidade de educação bilíngue de surdos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 3 ago. 2021.
BRIZOLA, J.; FANTIN, N. Revisão da literatura e revisão sistemática da literatura. RELVA, v. 3, n. 2, p. 23-39, jul./dez. 2016.
CAMPELLO, A. R. S. Aspectos da visualidade na educação de surdos. 2008. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2008.
CAMPELLO, A. R. S. Pedagogia Visual: sinal na educação dos surdos. In: QUADROS, R. M.; PERLIN, G. (orgs.). Estudos Surdos II. Petrópolis: Arara Azul, 2007. p. 100-131.
CRUZ, R. C. Proposta de instrumento de avaliação da consciência fonológica, parâmetro configuração de mão, para crianças surdas utentes da língua de sinais brasileira. 2008. Dissertação (Mestrado em Letras) – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2008.
CRUZ, R. C. Consciência fonológica da língua de sinais: implicações na linguagem e na leitura. ReVEL, n. 15, 2018.
DAMÁZIO, M. F. M. Atendimento Educacional Especializado: pessoa com surdez. In: BRASIL. Formação continuada a distância de professores para o Atendimento Educacional Especializado. Brasília: MEC/SESP/SEED, 2007.
FARIA-NASCIMENTO, S. P. et al. Proposta curricular para o ensino de português escrito como segunda língua para estudantes surdos. Brasília: MEC, 2021.
FERREIRA, C. A. S.; SOUSA, W. P. A. A literatura na educação bilíngue para surdos: um estudo de caso. Revista Ecos, v. 24, n. 1, p. 2-40, 2018.
FREITAS, G. C. M. Sobre a consciência fonológica. In: LAMPRECHT, R. (org.). Aquisição Fonológica do Português. Porto Alegre: Artmed, 2004.
GALVÃO, A.; LEAL, T. F. Há lugar ainda para métodos de alfabetização? Conversa com professores(as). In: MORAIS, A. G.; ALBUQUERQUE, E.; LEAL, T. F. (orgs.). Alfabetização: apropriação do sistema de escrita alfabética. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. p. 11-28.
GESUELI, Z. M.; MOURA, L. Letramento e surdez: a visualização das palavras. Educação Temática Digital, Campinas, v. 7, n. 2, p. 110-122, jun. 2006.
GOMES, E. M. L. S.; SOUZA, F. F. Pedagogia visual na educação de surdos: análise dos recursos visuais inseridos em uma LDA. Redoc, Rio de Janeiro, v. 4, n. 1, jan./abr. 2020.
LEITE, T. M. S. B. R. Alfabetização - consciência fonológica, psicogênese da escrita e conhecimento dos nomes das letras: um ponto de interseção. 2006. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.
MÁXIMO, N. N. Fonologia da libras: estatuto da mão não dominante. 2016. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2016.
MENDES, I. L. L. S. et al. Desenvolvimento da consciência fonológica na criança surda. Revista CEFAC, São Paulo, p. 89-93, 2003.
MIRANDA, D. G. Letramento visual: caminho para a criança surda chegar à escrita. In: COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE LETRAMENTO E CULTURA ESCRITA, 7., 2019, Belo Horizonte. Anais [...]. Belo Horizonte: UFMG, 2019. p. 1-3.
MORAIS, A. G. Apropriação do Sistema de Notação Alfabética e o Desenvolvimento de Habilidades de Reflexão Fonológica. Porto Alegre: Letras de Hoje, 2004.
MORAIS, A. G. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2020.
MORAIS, A. G. O desenvolvimento da consciência fonológica e a apropriação da escrita alfabética entre crianças brasileiras. Revista Brasileira de Alfabetização, v. 1, n. 1, p. 59-75, jan./jun. 2015.
MORAIS, A. G. Reflexão Metalinguística de Psicogênese da Escrita: como interagem na Alfabetização?. Recife: CE-UFPE, 1989.
MORAIS, A. G. Sistema de escrita alfabética. São Paulo: Melhoramentos, 2012.
MORAIS, A. G.; LIMA, N. C. Análise Fonológica e Compreensão da Escrita Alfabética. In: SIMPÓSIO LATINO AMERICANO DE PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO, 1989. Anais [...]. 1989.
PEIXOTO, R. C. Algumas considerações sobre a interface entre a Libras e a Língua Portuguesa na construção inicial da escrita pela criança surda. Cadernos Cedes, Campinas, v. 26, n. 69, p. 205-229, maio/ago. 2006.
PEREIRA, D. W. Q. Alfabetização de surdos em L2. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Letras Libras) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2015.
PEREIRA, M. C. C. O ensino de português como segunda língua para surdos: princípios teóricos e metodológicos. Eduar em Revista, Curitiba, n. esp. 2, p. 143-157, 2014.
QUADROS, R. M. Libras. São Paulo: Parábola Editorial, 2019.
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
QUADROS, R. M.; SCHMIEDT, M. L. P. Ideias para ensinar português para alunos surdos. Brasília: MEC; SEESP, 2006.
SAMPAIO, R. F.; MANCINI, M. C. Estudos de revisão sistemática: um guia para síntese criteriosa da evidência científica. Revista Brasileira de Fisioterapia, São Carlos, v. 11, n. 1, p. 83-89, jan./fev. 2007.
SEIMETZ-RODRIGUES, C. Competência leitora no contexto da surdez: relações entre consciência fonológica, reconhecimento de palavras e compreensão em leitura. 2017. Tese (Doutorado em Letras) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2017.
SILVA, J. D.; SILVA, C. M. M. A pedagogia visual no ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para surdos. Divulgação Científica e Tecnológica do IFPB, João Pessoa, n. 58, 2021.
SOARES, M. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2018.
SOUSA, A. M. Toponímia em Libras: pesquisa, ensino e interdisciplinaridade. São Paulo: Pimenta Cultural, 2022.
SOUZA, E. C.; BANDINI, H. H. M. Programa de treinamento de consciência fonológica para crianças surdas bilíngues. Paidéia, Ribeirão Preto, v. 17, n. 36, p. 123-135, 2007.
STOKOE, W. Sign Language Structure: An Outline of the Visual Communication Systems of the American Deaf. Washington, DC: Gallaudet University Press, 1960.
YOSHIDA, M. C. C. G. Atividades de estimulação da consciência fonológica por meio de um livreto destinado a alunos com deficiência auditiva/surdez. 2017. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Estadual Paulista, Bauru, 2017
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Ao submeter um artigo para publicação na Revista Educação e Cultura Contemporânea, o (s) autor(es) concordam com os seguintes termos:
I. O(s) autor(es) e o(s) eventual(is) coautor(es) conhecem e declaram concordar com as políticas editoriais da revista para a publicação de artigos e com os termos e diretrizes a seguir;
II. Os autores garantem que o trabalho não foi publicado anteriormente em meio eletrônico ou impresso, tampouco encaminhado para publicação em língua portuguesa em outros periódicos. Também asseguram que todos os autores participaram na elaboração intelectual de seu conteúdo;
III. Os artigos publicados representam, exclusivamente, a expressão do ponto de vista de seus autores e não a posição da Revista Educação e Cultura Contemporânea ou do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estácio de Sá;
IV. É responsabilidade do(s) autor(es) assegurar que o manuscrito não contenha elementos que revelem sua identidade, garantindo a revisão cega durante o processo de avaliação por pares. Para isso, devem ser adotadas as seguintes medidas: remover nomes de autores, afiliações institucionais e quaisquer informações pessoais do corpo do texto e das notas de rodapé; substituir referências à própria produção por termos neutros, como “Autor(a)” ou “Autor(a), ano”, evitando citações que permitam a identificação; nomear o arquivo de submissão de forma neutra, sem mencionar o nome do(s) autor(es); e excluir metadados do documento que possam identificar a autoria (ex.: propriedades do arquivo em editores de texto).
V. O responsável pela submissão deve certificar-se do preenchimento completo e correto das informações de todos os colaboradores, conforme solicitado no sistema de submissão, incluindo: nome completo, filiação institucional atualizada, e-mail, link para o currículo Lattes (para participantes brasileiros), ORCID e minicurrículo;
VI. O(s) autor(es) comprometem-se a submeter o manuscrito utilizando exclusivamente o template oficial disponibilizado pela Revista Educação e Cultura Contemporânea (REEDUC), assegurando o cumprimento integral das normas de formatação exigidas. Isso inclui a padronização de margens, fonte, espaçamento, estilo de citações e referências bibliográficas, conforme descrito nas Diretrizes para Autores. Submissões fora do padrão estabelecido poderão ser rejeitadas ou devolvidas para ajustes antes do encaminhamento à avaliação por pares.
VII. Caso tenha sido utilizado algum recurso de inteligência artificial (IA) durante a elaboração do manuscrito, o(s) autor(es) deve(m) declarar esse uso, seguindo as orientações do template e da seção "Declaração de Direito Autoral", disponíveis nesta página.