Inclusión y representaciones sociales en la escuela: ¿qué puede hacer la educación en ciencias en defensa de los derechos humanos?

Autores/as

Palabras clave:

Derechos Humanos, Inclusión, Educación inclusiva en ciencias, Representaciones sociales, Personas con discapacidad

Resumen

Esta investigación cualitativa y exploratoria tuvo como objetivo comprender los significados que los docentes de Ciencias Naturales atribuyen a las prácticas educativas realizadas en el entorno escolar, con el propósito de lograr una educación científica más inclusiva y humanitaria. A través de un cuestionario respondido por siete docentes y analizado a la luz de la Teoría de las Representaciones Sociales, se identificaron tres categorías: Prácticas Educativas, Desafíos y Experiencias Vividas. Los docentes destacaron la importancia de la formación para promover cambios en las perspectivas y prácticas educativas, basadas en los principios de los Derechos Humanos, con el objetivo de una Educación Científica Inclusiva que respete y valore las diversidades. Además, a través de las representaciones sociales fue posible comprender el fenómeno de la exclusión social, tan presente en la realidad educativa como un espacio de construcción/desconstrucción/reconstrucción de vínculos y conocimientos, proporcionando una visión más crítica del proceso en su conjunto.

Biografía del autor/a

Daniele Silva dos Santos, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

Aluna do Mestrado em Educação em Ciências e Matemática na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Ilheus, Bahia. Graduada em Licenciatura em Química pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Campus Amargosa-BA. Professora do Colégio Estadual Democrático Dr. Romulo Almeida/Ba. Integrante do RESSONAR - Coletivo Universitário de Pesquisa em Representação Social e Narrativas [auto(bio)gráficas] na Educação em Ciências; e do PEQUI - Pesquisa Ensino Extensão em Educação Química do CFP/UFRB. Professora substituta na disciplina de química pelo estado da Bahia.

Michele Marcelo Silva Bortolai, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

Doutora e Mestra em Ensino de Ciências (modalidade Química) pelo PIEC/USP - Programa de Pós Graduação Interunidades em Ensino de Ciências da Universidade de São Paulo. Especialista em Química, pela Universidade Oswaldo Cruz (FOC); Licenciada em Pedagogia - Administração e Supervisão Escolar, pela Universidade de Guarulhos (UNG); Bacharel e Licenciada em Química pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Membro do grupo de pesquisa LieQui/USP - Linguagens no Ensino de Química e líder do RESSONAR - Coletivo Universitário de Pesquisa em Representação Social e Narrativas [auto(bio)gráficas] na Educação em Ciências. Em ambos os grupos tem seus estudos voltados à formação de professores e processos de ensino e aprendizagem em Química. Foi coordenadora pedagógica e professora da Educação Básica na cidade de São Paulo e desde 2019 é professora de Ensino de Química da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), no Centro de Formação de Professores (CFP), Amargosa, Bahia.

Franklin Kaic Dutra-Pereira, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Sou o “fracasso de tudo que queriam que eu fosse” (Linnda Quebrada). Doutor em ensino de ciências e matemática (PPGECM/UFRN), Licenciado em Química (CES/UFCG) e Pedagogia (UNICSul). Professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde ensina e (des)ensina no departamento de química – entre frestas, fabulações e incômodos à norma, ao patriarcado e ao colonialismo. Atua nos programas de Pós-Graduação em Educação da UFPB, no PROFQUI e no PPGECID/UFRB, orientando com o corpo, com o desejo e com a política. Lidera o COM-FABULAÇÕES: ateliê de pesquisas inventivas em educação, e integro o GEPPC/UFPB, além de ser membro da SBEnQ, ANPEd, ABRAPEC e RELAPEQ. Pesquisa nas margens e nos desvios: cartografias, estudos culturais da educação, escritas auto.bio.gráficas, políticas do currículo com as diferenças, cotidianos indisciplináveis, teorias queer, dissidências de corpos, gêneros e sexualidades no ensino de ciências e na educação química. Milita com as cores todas da sigla LGBTTQIAPNb+ e contra tudo que sufoca a vida: fascismos, racismos, moralismos, apagamentos. Acredita em ciências que tocam e cuidam, escolas que inventam mundos, universidades que não se rendem. Respira um pouco de possível para não sufocar (deleuze) e escreve para adiar o fim – com-fabulando futuros com quem se atreve a existir. Outros textos: https://scholar.google.com.br/citations?user=wEs6TrsAAAAJ&hl=pt-BR 

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Publicado

2026-10-28

Número

Sección

Artigos (fluxo contínuo)