Ruralidades contemporâneas: modos de ser, viver e de agir de crianças da roça
Resumo
Este artigo busca compreender os sentidos de infâncias em contextos rurais a partir das concepções de ruralidades contemporâneas. Neste trabalho, adotamos como aporte teórico as discussões de Sarmento (2005), Passeggi (2011, 2014, 2016), Carneiro (1998, 2012) e Rios (2011). Trata-se de uma pesquisa qualitativa em que as narrativas de crianças da roça foram o mote da investigação. Utilizamos como dispositivo de pesquisa a roda de conversa - ciranda narrativa com dez estudantes entre 8 e 11 anos de 3º, 4º ou 5º anos da classe multisseriada de uma comunidade rural situada no interior da Bahia. Os resultados trouxeram uma maior compreensão a respeito de infâncias na roça, evidenciando os fazeres e afazeres na vida de crianças que vivem e convivem em espaços rurais. A conclusão é de que a infância na roça é produzida a partir das ações que estão embutidas nos modos de ser, fazer e viver das crianças de localidades rurais. Palavras-chave: Infâncias. Ruralidades. Pesquisa (auto)biográfica. Classe multisseriada.Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Ao submeter um artigo para publicação na Revista Educação e Cultura Contemporânea, o (s) autor(es) concordam com os seguintes termos:
I. O(s) autor(es) e o(s) eventual(is) coautor(es) conhecem e declaram concordar com as políticas editoriais da revista para a publicação de artigos e com os termos e diretrizes a seguir;
II. Os autores garantem que o trabalho não foi publicado anteriormente em meio eletrônico ou impresso, tampouco encaminhado para publicação em língua portuguesa em outros periódicos. Também asseguram que todos os autores participaram na elaboração intelectual de seu conteúdo;
III. Os artigos publicados representam, exclusivamente, a expressão do ponto de vista de seus autores e não a posição da Revista Educação e Cultura Contemporânea ou do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estácio de Sá;
IV. É responsabilidade do(s) autor(es) assegurar que o manuscrito não contenha elementos que revelem sua identidade, garantindo a revisão cega durante o processo de avaliação por pares. Para isso, devem ser adotadas as seguintes medidas: remover nomes de autores, afiliações institucionais e quaisquer informações pessoais do corpo do texto e das notas de rodapé; substituir referências à própria produção por termos neutros, como “Autor(a)” ou “Autor(a), ano”, evitando citações que permitam a identificação; nomear o arquivo de submissão de forma neutra, sem mencionar o nome do(s) autor(es); e excluir metadados do documento que possam identificar a autoria (ex.: propriedades do arquivo em editores de texto).
V. O responsável pela submissão deve certificar-se do preenchimento completo e correto das informações de todos os colaboradores, conforme solicitado no sistema de submissão, incluindo: nome completo, filiação institucional atualizada, e-mail, link para o currículo Lattes (para participantes brasileiros), ORCID e minicurrículo;
VI. O(s) autor(es) comprometem-se a submeter o manuscrito utilizando exclusivamente o template oficial disponibilizado pela Revista Educação e Cultura Contemporânea (REEDUC), assegurando o cumprimento integral das normas de formatação exigidas. Isso inclui a padronização de margens, fonte, espaçamento, estilo de citações e referências bibliográficas, conforme descrito nas Diretrizes para Autores. Submissões fora do padrão estabelecido poderão ser rejeitadas ou devolvidas para ajustes antes do encaminhamento à avaliação por pares.
VII. Caso tenha sido utilizado algum recurso de inteligência artificial (IA) durante a elaboração do manuscrito, o(s) autor(es) deve(m) declarar esse uso, seguindo as orientações do template e da seção "Declaração de Direito Autoral", disponíveis nesta página.