A COLONIALIDADE E O CONTROLE PELA SEGURANÇA PÚBLICA – RACISMO E XENOFOBIA NA FRONTEIRA BRASIL E BOLÍVIA
DOI:
https://doi.org/10.5935/28.44.2025.12457Palavras-chave:
Colonialismo. Criminologia Crítica. FronteiraResumo
A estrutura colonial faz com que se opere na segurança pública, responsável pelo controle de corpos, uma espécie diferente de tratamento dado aos corpos subalternizados. O racismo e xenofobia fazem parte da fronteira Brasil e Bolívia, sendo inclusive verificado tratamento diferente do concedido a elite branca, que aos corpos sujeitos ao controle colonial. Diante disso, se tem o seguinte problema de pesquisa: em que medida a colonialidade interfere na segurança pública da fronteira Brasil e Bolívia? Essa pesquisa tem como objetivo geral inferir a estrutura colonial e seu processo de extermínio de corpos pela segurança pública, e como objetivos específicos, o de descrever a compreender o colonialismo na segurança pública da fronteira, analisar em que medida se dá o processo de criminalização dos corpos dominados. O colonialismo faz com que se estabeleçam estruturas responsáveis pelo controle total e, ao mesmo tempo por dar um tratamento diferente a esses corpos, que na estrutural colonial não tem utilidade, podendo ser facilmente dispensável.
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